[:en]Writing a CV? Don’t be tempted to embellish your experience[:pb]Preparando um CV? Cuidado para não embelezar sua experiência demasiadamente.[:es]¿Estas redactando tu currículo? Evita la tentación de adornar tu experiencia.[:]

[:en]Writing a CV? Don’t be tempted to embellish your experience
By: Liz Burke / NZ Herald

It’s the tempting trick we’ve all thought of using when applying for a job.

We’ve all done it.

A few extra skills here, a sneaky promotion there – embellishing one’s CV has almost become part of the process of putting the finishing touches on the professional document.

But new research has shown dishonest self-promoters are shooting themselves in the feet. The survey of 460 hiring managers across Australia shows more than two in three (68 per cent) had eliminated a job candidate from consideration after discovering “dishonest or exaggerated information” on their application.

Managers said the most common areas where they busted applicants lying was of course in their work experience. The survey commissioned by recruiter Robert Half revealed most managers – 60 per cent – said they had caught candidates being dishonest about or exaggerating their previous jobs.

Almost half said they had caught applicants lying about their education or qualifications, and the same number of managers, 48 per cent, had experienced applicant dishonest about their technical skills.

Fibs about language skills and duties performed in previous roles had each been picked up by 30 per cent of managers, whereas 25 per cent had noticed people lying about or fabricating internships.

Robert Half Australia director Andrew Morris said managers were more likely to make thorough background checks than ever before.

Transparency and honesty during the application and interview process are critical for candidates who want to be considered for a job,” Morris said.

“Many businesses take background checks very seriously, which is made even easier thanks to increased online transparency and social media.

“Once untruthfulness has been discovered, candidates’ professional credibility has been damaged, and their chances of landing the job will be very slim to none, even though they might be ideal for the role.”

Morris warned that while some hopefuls made embellishments without the implicit intention to deceive employers, bending the truth in a job interview or on a resume was always a dangerous path to take.

Missing out on the job isn’t the only risk the shady practice comes with.

“Even minor embellishments have consequences that can come back to haunt professionals throughout their career,” he said.

“If they’re successful in securing the job, and get caught later, it will most likely result in termination, damage the candidate’s reputation, and eliminate the option of obtaining a positive reference for future employment.”

When it came to positives, Morris said a CV that was short, straightforward, easy to read, and contained relevant keywords matching the job criteria and the candidate’s skills would always be the most likely to yield success – so long as it was honest.[:pb]Preparando um CV? Cuidado para não embelezar sua experiência demasiadamente.
By: Liz Burke / NZ Herald

É um truque tentador que todos nós pensamos em usar quando nos candidatamos a uma vaga de emprego.

Todos nós já fizemos isso.

Algumas habilidades extras aqui, uma promoção marota alí – embelezar o CV quase que se tornou parte do processo de dar os últimos retoques ao documento profissional.

Mas novas pesquisas mostraram que auto-promotores desonesto estão atirando nos próprios pés. A pesquisa de 460 gerentes de contratação em toda a Austrália mostra que mais de dois em três (68%) já eliminaram ao menos um candidato a emprego depois de descobrirem “informações desonestras ou exageradas” em suas aplicações.

Os gerentes disseram que o campo mais frequente no qual eles pegaram os candidatos que estavam mentindo foi em experiência de trabalho. A pesquisa encomendada pelo recrutador Robert Half revelou que a maioria dos gerentes – 60 % – disse que pegaram candidatos desonesto ou que exageraram sobre seus empregos anteriores com a boca na botija.

Quase metade disse que haviam pegos/pegado os candidatos mentirosos nos campos educação ou qualificações, e o mesmo número de gerentes, 48 ​​%, tiveram experiência com candidato mentindo sobre suas habilidades técnicas.

Mentiras sobre habilidades atividades desempenhadas em empregos anteriores haviam sido pegos por 30% dos gerentes, enquanto 25% tinham notado pessoas mentindo ou inventando estágios.

O diretor da Robert Half Australia, Andrew Morris, disse que os gerentes estavam mais propensos a fazerem verificações rigorosas do histórico do candidato mais do que nunca.

“Transparência e honestidade durante o processo de aplicação e entrevista de emprego são fundamentais para candidatos que desejam ser considerados para um trabalho “, diz Morris.

“Muitas empresas levam verificações do histórico do candidato muito a sério, algo que hoje em dia é mais fácil graças ao aumento da transparência online e das mídias sociais.

“Uma vez que a mentira é descoberta, a credibilidade profissional dos candidatos fica danificada, e suas chances de pegar o emprego ficam muito escassas, mesmo que sejam ideais para o cargo”.

Morris advertiu que, embora alguns esperançosos façam enfeites sem intenção implícita de enganar os empregadores, dobrar a verdade em uma entrevista de emprego ou em um currículo é sempre um caminho perigoso a se tomar.

Faltar no trabalho não é o único risco que essa prática acompanha

“Mesmo pequenas mentiras têm consequências que podem voltar a perseguir os profissionais ao longo de suas carreiras”, diz ele.

“Se eles são bem sucedidos em garantir o trabalho mas forem pegos mais tarde, provavelmente resultará em rescisão, prejudicará a reputação dos candidatos e eliminará a opção de obter uma referência positiva para futuros empregos”.

Com relação a aspectos positivos, Morris afirma que um CV curto, direto, fácil de ler e que contém palavras-chave relevantes que correspondem aos critérios do trabalho e as habilidades do candidato sempre são os mais prováveis ​​de terem sucesso – desde que seja honesto.[:es]¿Estas redactando tu currículo? Evita la tentación de adornar tu experiencia.
By: Liz Burke / NZ Herald

El viejo truco de adornar, que todos hemos pensado usar, cuando aplicamos para un trabajo.

Todos los hemos intentado.

Algunas habilidades extras por aquí, una promoción aparente por allá – adornar nuestro currículo se ha convertido en parte de un proceso regular, que otorga los toques finales a este documento profesional.

Sin embargo, nuevos estudios han demostrado que la auto publicidad deshonesta se está poniendo en contra estas personas. Una encuesta realizada a lo largo de Australia, en la que participaron 460 Gerentes de recursos humanos, muestra que más del 68% de empleadores ha descartado a un candidato, luego de haber descubierto “información deshonesta o exagerada” en la aplicación.

Gerentes expresan que la sección donde mayormente descubren falsa información es el área donde se detalla la experiencia laboral. La encuesta llevada a cabo por la empresa de selección de personal “Robert Half”, reveló que la mayoría de los empleadores – el 60 por ciento – dijeron haber descubierto que sus candidatos habían sido deshonestos o habían exagerado sobre su experiencia en trabajo previos.

Alrededor de la mitad de ellos expresaron haber descubierto mentiras en los detalles de educación y cualificaciones, y el mismo número de gerentes, 48 por ciento, habían presenciado deshonestidad en los detalles de habilidades técnicas del candidato.

Se han descubierto mentiras blancas, tanto en habilidades de lenguaje como en responsabilidades asumidas en trabajo previos, por el 30 por cierto de los gerentes, mientras que el 25 por ciento había notado mentiras o invención en la participación de pasantías laborales.

Andrew Morris, director de Robert Half Australia, expresó que ahora más que nunca los gerentes están más inclinados a hacer una verificación exhaustiva de la experiencia del candidato.

“La transparencia y honestidad durante el proceso de solicitud y entrevista son críticos para el candidato que quiere ser considerado para el trabajo”, comenta Morris.

Muchas empresas toman las revisiones de experiencia muy en serio, lo que es aún más fácil gracias a una mayor transparencia en línea y medios de comunicación social.

“Una vez que información falsa haya sido descubierta, la credibilidad profesional del candidato se destruye, y su oportunidad de obtener el trabajo son pocas o reducidas a cero, a pesar de que este pueda ser un profesional ideal para el puesto.”

Morris advirtió que, a pesar de algunos adornos esperanzadores sin intenciones de engañar al empleador, falsear la verdad en una entrevista o currículo era un camino peligroso de recorrer.

Perder la oportunidad de trabajo no es el único riego que acarrea estas prácticas deshonestas.

“Incluso pequeños adornos tienen consecuencias que pueden perseguir durante toda su carrera a un profesional”, comenta.

“Si son afortunados en obtener el trabajo, y son posteriormente descubiertos, resultará en la terminación del contrato, daño en la reputación del candidato, sin opción de obtener una referencia positiva para un futuro trabajo”.

Cuando se trataba de aspectos positivos, Morris dijo que un currículo que fuese corto, simple, fácil de leer y contenga palabras clave relevantes que coincidieran con los criterios de selección y habilidades del candidato ideal, sería siempre el más probable en tener éxito – siempre y cuando sea honesto.[:]